Fundado por Mark Zuckerberg, começou como uma rede social restrita aos estudantes da Universidade de Harvard, em fevereiro de 2004. E a partir daí não parou de se expandir e ganhar adesão pelo mundo, começando com outras universidades, depois outras pessoas, e por fim outros países. Com cerca de 400 milhões de usuários ativos, ele conseguiu conquistar o primeiro lugar no ranking dos sites mais visitados do mundo (segundo o “Ad Planner Top 1000 Sites, que registra os sites mais acessados). Nos Estados Unidos ele é o maior site de fotografias, com 60 milhões de novas fotos publicadas semanalmente, vindo também dos EUA o perfil mais seguido do mundo na atualidade: o da cantora Lady Gaga.
Com tantos números, há de se esperar que as empresas percebam a necessidade de inserirem seus perfis nesse espaço. Até aí ok, isso já foi discutido em vários posts aqui do Colé. Mas o Facebook oferece mais. O usuário pode criar anúncios em diferentes formatos, convidar para eventos, dentre outras tantas usabilidades. Além das possibilidades comuns, como fotos, vídeos, atualizações do chamado “Mural”, jogos e uma variada gama de aplicativos, envio de mensagens privadas, possibilidade de permissão ou não de compartilhamento das informações para amigos ou determinados grupos de amigos pré determinados, dentre outras tantas funções.
Por essas e outras que no dia 11 de setembro foi divulgada uma nota no blog do Sidney Rezende sobre o avanço do Facebook sobre o Google, em relação ao tempo de navegação. Os usuários da rede social totalizaram 41,1 milhões de minutos conectados em agosto, ao passo que o site de buscas mais acessado do mundo alcançou a cifra de 39,8 milhões de minutos. Há até quem diga que o Facebook é uma junção de Twitter, Orkut e MSN num só aplicativo.
Colé mais uma vez, leitor, #ficaadica

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